A agenda de reformas para 2022 não deverá seguir adiante, devido ao período eleitoral. A classe política estará empenhada em suas campanhas e não em testar a opinião pública para eventuais polêmicas. A previsão para este ócio legislativo foi dada pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) (imagem), à rádio Jovem Pan nesta quarta-feira (22).
Ele citou a votação da proposta de emenda a Constituição (PEC) dos Precatórios e as mudanças de votos entre os turnos como exemplo de falta de ambiente político para reformas estruturantes. “No primeiro turno da PEC dos Precatórios tivemos 25 votos a favor de deputados da oposição, porque eles entenderam a lógica do processo, que é interesse do país garantir o Auxílio Brasil. No segundo turno, por ordem de Sergio Moro e Ciro Gomes, eles votaram contra, porque atrapalhava o projeto eleitoral deles. Então, deixa os pobres para lá e vamos olhar a eleição. É isso que vai nortear os partidos em 2022”, explicou o líder do governo.
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