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Bolsonaro aceita depor presencialmente em inquérito sobre interferência na PF

Foi suspenso no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (6), o julgamento do recurso do presidente Jair Bolsonaro (atrás na imagem) no caso da suposta interferência na Polícia Federal (PF). A decisão ocorreu após a Advocacia-Geral da União (AGU) informar que Bolsonaro pretende de por presencialmente à PF. O caso se desenrola desde 2020, quando o então ministro da Justiça, Sergio Moro, saiu da pasta e acusou o presidente de tentar interferir na escolha de superintendentes regionais para, supostamente, evitar investigações que contrariassem seus interesses diretos.

As investigações sobre a suposta interferência foi autorizada em abril de 2020, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Bolsonaro nega qualquer interferência. Moro prestou depoimento ainda em maio de 2020 e na ocasião, afirmou que o presidente pediu a ele controle da superintendência da PF no Rio de Janeiro – onde as apurações esbarram nele e em sua família. Após a finalização, o inquérito será encaminhado à PGR para avaliação.

O que MONEY REPORT publicou

Por que é importante

A PF poderá tentar esclarecer o que ocorreu durante a gestão de Moro na Justiça

Quem ganha

Bolsonaro: Ele poderá esclarecer as dúvidas e minar as suspeitas que lhe pesam

Quem perde

Moro: dependendo do que o presidente disser, o ex-ministro ter sua imagem de agente anticorrupção enfraquecida

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