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“Um presidente será eleito em 2022 e tomará posse”, afirma presidente do TSE

“A marca Brasil sofre”, afirmou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso (imagem), nesta quinta-feira (9), durante seu pronunciamento de abertura dos trabalhos do plenário da corte eleitoral. Ele também anunciou a criação de uma comissão de transparência eleitoral a partir de 4 de outubro. “Um presidente será eleito pelo voto popular e tomará posse em 1° janeiro [de 2023]”, disse, contraponto claramente o argumento falacioso da fraude antecipada defendido pelo presidente Jair Bolsonaro.

O magistrado destacou o crescente tensionamento da democracia brasileira e usou como exemplo países onde houve em rompimento a partir da eleição de líderes carismáticos que roeram as instituições quando no poder. Barroso lembrou que quando os planos fracassam e a economia descamba, como no caso do governo de Jair Bolsonaro, a saída é sempre culpar um inimigo, como a imprensa, o Congresso Nacional, a oposição e o Judiciário, que são limitadores dos poderes.

Barroso também voltou a destacar o debate de qualidade e o fortalecimento da democracia, onde não há lugar para informações falsas e teorias conspiratórias. “Na eleição do presidente da República houve fraude? O presidente não apresentou prova. Disse que ia apresentar e não o fez. Isso é retórica contra as pessoas que amam e trabalham seriamente por esse país”, afirmou. “Aqueles que o seguem são uma minoria de cegos radicais e mercenários”.

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