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Rio receberá R$ 750 milhões para ampliar esgotamento

Da redação
30 de dezembro de 2021

A cidade do Rio de Janeiro vai receber R$ 712,3 milhões em recursos do governo federal por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Os investimentos serão aplicados na implantação do sistema de esgotamento sanitário da Área de Planejamento 5 (AP-5) da zona oeste do município. Haverá ainda a contrapartida de R$ 37,4 milhões aplicados pelo governo estadual. O anúncio foi feito pelo governador do Rio, Cláudio Castro (PL) e pelo ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, nesta quarta-feira (29). A medida vai beneficiar cerca de 1,5 milhão de habitantes da região.

Leilão

De acordo com Marinho, já foram concedidos quase R$ 70 bilhões em investimentos e outorgas, principalmente relacionados à Cedae do Rio de Janeiro. Nesta tarde, será realizado o leilão da segunda fase de concessão dos serviços públicos de saneamento da companhia, na B3, em São Paulo.

O ministro classificou como ambiciosa a meta para 2033, mas acrescentou que grande parte da população será beneficiada. “É uma meta ambiciosa. Estamos falando em propiciar tratamento de esgoto para mais de 100 milhões de brasileiros. Sobretudo levar dignidade, cidadania, esperança, saúde para um grande contingente à margem dessa situação. Além de tudo, isso pode significar também um marco civilizatório. O Brasil certamente será um outro país a partir das mudanças de paradigmas e conceitos”, completou.

Para Marinho, os recursos disponibilizados para ampliação do esgotamento sanitário na região oeste do Rio de Janeiro são importantes, porque demonstram o compromisso da Cedae em continuar como uma empresa a serviço da população da cidade, preocupada com o tratamento de seus afluentes, com qualidade e segurança, para uma região que precisa de atenção, que é a região oeste. É Bangu, é Campo Grande. São regiões populosas que certamente vão se regozijar com o presente neste fim de ano”, concluiu.

Para o governador Cláudio Castro, o saneamento básico é um item que representa dignidade do cidadão e reduz o impacto no sistema de saúde ao melhorar diretamente a qualidade de vida da população. “Por isso, o investimento de quase R$ 800 milhões, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional, é fundamental, porque é uma forma de justiça social”, destacou.

(com Agência Brasil)

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