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“Se a esquerda gritar, eu vou gritar mais alto”, diz Doria

“Se a esquerda gritar, eu vou gritar mais alto”, diz Doria

Governador de São Paulo, João Doria afirmou nesta quarta-feira (27) que os defensores da reforma da Previdência serão obrigados a se expor e defender o projeto publicamente para garantir a sua aprovação. “Não podemos ter medo de críticas. Se a esquerda gritar, eu vou gritar mais alto”, disse Doria durante evento do banco BTG Pactual, em São Paulo. Apesar de se dizer otimista, o tucano acredita que a reforma precisa ser aprovada logo. “Quanto mais rápido for o processo, mais fácil será aprová-la”.

O governador também elogiou a escolha da deputada federal Joice Hassellmann (PSL-SP) como líder do governo Bolsonaro no Congresso, anunciada pelo próprio presidente na noite de terça-feira (26). “Foi uma medida acertada. Ela é uma mulher guerreira, lutadora, que fala a verdade, e é muito aplicada”, analisou. Doria completou sua fala garantindo que apoia a reforma previdenciária “incondicionalmente”, e pediu para Bolsonaro utilizar sua popularidade para atuar nas redes sociais em prol da proposta. “Não é possível que um tema essencial como esse tenha seu personagem principal ausente. Em algum momento, no curto prazo, ele deve liderar esse processo na área da comunicação.”

Quem também participou do evento foram os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM). Assim como Doria, Caiado acredita que a participação de Bolsonaro na batalha da comunicação será decisiva a favor da reforma. “Ele é o único político que sabe conversar com as pessoas mais humildes do país. Líder é aquele capaz de fazer sua mensagem chegar ao povo”, afirmou. “Creio que ele está preservando seu capital político para ir às ruas na hora certa”.

Já Eduardo Leite disse que pediu para a bancada gaúcha no Congresso não se intimidar com protestos contrários ao projeto. “Eu falei para os meus deputados: ‘não escutem apenas o barulho das galerias da Câmara. Escutem o silêncio da maioria que não está lá e vai ser prejudicada caso a reforma não seja aprovada’”. Além disso, Leite revelou o teor das conversas que teve com os servidores públicos do Rio Grande do Sul sobre o tema. “Não se iludam. Sem reforma, todo mundo vai pagar a conta, seja através de impostos, ou mesmo atrasos salariais.”

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