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Redes sociais ampliam pânico com coronavírus

A epidemia do coronavírus é a primeira da era das redes sociais. No último grande surto global – o H1N1, conhecido como gripe suína, em 2009 – o Facebook tinha só 5 anos de existência e nem longe era tão influente quanto hoje em dia. O Twitter surgiu em 2006, mas só se transformaria em um fenômeno mundial quase uma década depois. Maior disseminador de notícias (falsas e verdadeiras) do mundo, o WhatsApp foi criado em 2009, mesmo ano do aparecimento da gripe suína. O Instagram é de 2010, quando o H1N1 já tinha sido vencido pela medicina. Jamais o planeta enfrentou uma epidemia com um volume tão grande de informações em circulação. Isso é ótimo, porque o conhecimento é uma das armas da prevenção. O problema surge quando as redes sociais disseminam mentiras. Na epidemia do Covid-19, elas surgiram em velocidade avassaladora, espalhando pânico e desinformação. Quase tão perigosa quanto o coronavírus é a praga das fake news, também contagiosa e difícil de combater. 

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