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Risco fiscal fecha a semana no vermelho

O Ibovespa fechou em baixa de 1,15% nesta sexta-feira (3), aos 111.102 pontos. Na semana, o recuo foi de 0,75%. O dólar caiu 0,20%, cotado a R$ 4,77 no encerramento. Na semana, a valorização da moeda norte-americana ficou em 0,50%. As negociações seguiram o mau-humor internacional. Lá fora, as bolsas recuaram após o mercado de trabalho dos Estados Unidos mostrar uma recuperação mais forte que o esperado. O relatório de empregos (payroll), o mais aguardado nos EUA, surpreendeu positivamente com a criação de 390 mil empregos não agrícolas em maio. O que é boa notícia para a economia, foi fonte de preocupação para as bolsas. A atividade econômica americana mais forte abre caminho para que o Federal Reserve suba a taxa de juros. Por aqui, o governo cogita furar o teto de gastos para bancar o consumo de combustíveis. Embora a medida possa remediar a inflação em curtíssimo prazo, tem potencial de alimentar a alta do dólar. O saldo da semana foi influenciado negativamente pela retomada do risco fiscal. Nos EUA os índices ficaram assim: Dow Jones, -1,05%; S&P500, -1,64%; Nasdaq, -2,47%.

As maiores altas foram do Grupo Natura (2,75%) e Petrobras (2,55%). As baixas, Méliuz (-6,74%) e Americanas (-5,83%). Das cinco ações mais negociadas, três apresentaram retração: preferenciais da Petrobras (1,75%), Vale (-1,60%), preferenciais do Itaú Unibanco (-0,93%), Magazine Luiza (-5,53%) e Petrobras (2,55%). O volume negociado foi de R$ 19,73 bilhões.

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