O Ibovespa fechou em alta de 1,12% nesta quarta-feira (4), aos 105.334 pontos. O dólar ficou estável em 0,01%, cotado a R$ 5,45 no encerramento. Mesmo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acenando ao mercado interferir na política de preços da Petrobras desde a campanha eleitoral, o futuro presidente da estatal, senador Jean Paul Prates (PT-RN), afirmou que não haverá intervenção direta nos preços de combustíveis e nem desvinculação dos preços internacionais. A declaração de Prates impulsionou o índice nacional, com a petroleira, Vale e bancos alcançando bons resultados após dois pregões de perdas no ano. Na cena política, o ministro da Casa Civil Rui Costa, rechaçou uma revisão da reforma da Previdência, prometida por seu companheiro de Planalto, ministro Carlos Lupi. Lá fora, o discute como equilibrar riscos entre combate à inflação e efeitos sobre a economia.
As maiores altas foram do Grupo Natura (8,89%) e CVC (6,78%). As baixas, SLC Agrícola (-1,84%) e preferenciais da Gerdau (-0,47%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram retração: preferenciais da Petrobras (3,18%), Vale (0,18%), preferenciais do Bradesco (0,29%), preferenciais do Itaú Unibanco (0,29%) e Petrobras (1,67%). O volume negociado foi de R$ 25,60 bilhões.
