O Ibovespa fechou em baixa de 0,82% nesta quarta-feira (31), aos 109.522 pontos. No mês, o índice apresentou valorização de 6,16%. O dólar subiu 1,73%, cotado a R$ 5,20 no encerramento. Ao final de agosto, a moeda norte-americana acumula alta de 0,51%. Até a última quinta (25), o índice nacional acumulava ganhos de mais de 10% no mês. De lá para cá, em apenas quatro pregões, reduziu quase pela metade os ganhos. O petróleo voltou a operar em queda no último pregão do mês, repercutindo enfraquecimento da atividade manufatureira chinesa e o marco de 9,1% (anualizado) na inflação europeia. Os mercados da commodity começam setembro sem rumo, creditando expectativas para a reunião da Opep+, que ocorrerá na próxima segunda-feira (5). Membros influentes, como a Arábia Saudita, já informaram que estão dispostos a suportar os preços do petróleo contra volatilidades.
As maiores alta foram da Méliuz (3,97%) e Petrobras (2,94%). As baixas, Magazine Luiza (-5,32%) e preferenciais da Braskem (-4,84%). Das cinco ações mais negociadas, três apresentaram retração: preferenciais da Petrobras (2,47%), Vale (-0,72%), Petrobras (2,94%), preferenciais do Itaú Unibanco (-2,53%) e preferenciais do Bradesco (-2,52%). O volume negociado foi de R$ 31,40 bilhões.
