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Patamar é o pior em 20 meses; dólar bate R$ 5,43

O Ibovespa apresentou a terceira queda da semana nesta quinta-feira (14), com -1,80% aos 96.120 pontos. É o patamar mais baixo desde 3 de novembro de 2020 (95.979), quando a pandemia de covid encerrava sua primeira refreada antes da chegada das vacinas. Os ganhos gerais de 2022 e de 2021 foram zerados. Já o dólar teve uma valorização de 0,51%, cotado no encerramento a R$ 5,43, seguindo um movimento com viés de elevação quase contínuo desde 27 de maio (R$ 4,73%).

O desempenho da B3 foi afetado pela contínua possibilidade de aumento dos juros nos Estados Unidos, que lida com inflação crescente e geração de empregos abaixo do esperado. Em conjunto, há desaceleração na China e a desvalorização do euro, que pela primeira vez em 20 anos ficou abaixo do dólar (€ 1 = US$ 0,998). A performance internacional derrubou as commodities, atingindo papéis brasileiros, como os da Vale, CSN e Petrobras. Nem a elevação do grau de confiança do Brasil junto à Fitch foi de grande valia na sessão. Nos EUA, houve queda do Dow Jones (0,46%) e do S&P 500 (0,30%0, com Nasdaq fechando estável.

As maiores altas foram da Cielo (6,44%) e BB Seguridade (4,31%). As baixa, da Vale (-6,66%) e CSN (-6,40%). As quatro ações mais negociadas apresentaram deterioração: Vale (-6,66%), preferenciais da Petrobras (-2,69%), preferenciais do Itaú Unibanco (-1,12%) e preferenciais do Bradesco (-2,27%). O volume negociado foi de R$ 24,51 bilhões

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