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Juros histórico nos EUA firma alta com dólar a R$ 5

O Ibovespa fechou em alta de 0,73% nesta quarta-feira (15), aos 102.806 pontos, interrompendo uma sequência de oito baixas consecutivas. O dólar teve forte queda de 2,11%, cotado a R$ 5,02 no encerramento. O câmbio mais desfavorável ao real desde 17 de maio, quando caiu 2,15% (R$ 4,94). Investidores reagiram à decisão do Federal Reserve (Fed) em aumentar os juros americanos em 0,75 ponto percentual para um intervalo entre 1,50% e 1,75%. Foi a maior alta do Banco Central dos Estados Unidos desde 1994. Com menos dinheiro correndo no mundo e maior risco de recessão nos EUA, a renda fixa, por exemplo, com destaque aos títulos americanos, ganha maior poder de atratividade. Por aqui, é esperado que Selic suba. A aposta do mercado é de mais meio ponto, levando os juros aos 13,25% ao ano. Além disso, ainda pesam as decisões do governo sobre a limitação da alíquota do ICMS dos combustíveis.

As maiores altas foram da Qualicorp (14,64%) e CVC (13,19%). As baixas, preferenciais da Braskem (-2,27%) e preferenciais da Petrobras (-1,76%). Das cinco ações mais negociadas, quatro apresentaram evolução: Magazine Luiza (0,39%), Eletrobras (2,77%), Via (1,31%), Petrobras (-1,76%) e Hapvida (4,56%). O volume negociado foi de R$ 85,51 bilhões.

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