O Ibovespa fechou em alta de 2,17% nesta sexta-feira (9), aos 112.300 pontos. Na semana, os ganhos são de 1,3%. O dólar caiu 1,13%, cotado a R$ 5,14 no encerramento. A desvalorização da moeda norte-americana perante ao real na semana é de 0,73%. O índice nacional acompanhou a alta dos mercados americanos e também foi impulsionado por ações de peso, que ganharam fôlego com a valorização das commodities lá fora. Em uma semana mais curta com dois feriados e liquidez abaixo da média, repercutiram as atribulações na Europa, com o corte de fornecimento de gás pela estatal russa Gazprom, além de uma série de indicadores econômicos e novos discursos de dirigentes do Federal Reserve sobre o combate à inflação nos Estados Unidos. Ações do setor de consumo e serviços também lideraram os ganhos desta sexta, com o mercado local reagindo à perspectiva de inflação mais baixa, após o IPCA de agosto apresentar deflação pelo segundo mês consecutivo. Enquanto isso, ainda por aqui, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, não quer nem saber de cortes na Selic tão cedo. Já os investidores seguem animados e assumindo os riscos.
As maiores altas foram da Americanas (9,31%) e Siderúrgica Nacional (8,87%). As baixas, BRF (-2,49%) e Minerva Foods (-1,52%). Das cinco ações mais negociadas, quatro apresentaram evolução: Vale (7,81%), preferenciais da Petrobras (0,03%), Banco do Brasil (2,76%), preferenciais da Gerdau (3,81%) e preferenciais do Itaú Unibanco (0,79%). O volume negociado foi de R$ 24,68 bilhões.
