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Commodities devolvem patamar aos 100 mil

O Ibovespa fechou em sensível alta de 2,12% nesta segunda-feira (27), aos 100.763 pontos, maior nívl desde 15 de junho (102.806). O dólar caiu 0,35%, cotado a R$ 5,23 no encerramento. As negociações ganharam fôlego com a alta das commodities. O minério de ferro avançou mais de 4%, com a tonelada negociada a US$ 119,60. Já o petróleo teve o barril valorizado em 1,62%, a US$ 114.97. O motivo é aumento na demanda da China, onde houve um relaxamento da política de covid zero. Além disso, as ações da Petrobras foram puxadas pela aprovação de Caio Paes de Andrade para a presidência da companhia pelo conselho de administração. Mesmo assim, a curva de juros no Brasil continua pressionada, com o mercado monitorando a PEC dos combustíveis. Nos Estados Unidos, predomina o temor em relação ao ritmo de aumento de juros a ser adotado pelo Federal Reserve (Fed).

As maiores altas foram da Petrobras (6,75%) e preferenciais da Petrobras (6,43%). As baixas, Méluiz (-5,56%) e IRB Brasil (-5,35%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram evolução: preferenciais da Petrobras (6,43%), Vale (4,60%), Eletrobras (2,37%), Localiza (2,72%) e preferenciais do Itaú Unibanco (0,60%). O volume negociado foi de R$ 21,12 bilhões.

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