O Ibovespa fechou em baixa de 1,15% nesta segunda-feira (2), aos 106.638 pontos. O dólar subiu 2,63%, cotado a R$ 5,07 no encerramento. É a primeira vez que o dólar fecha acima dos R$ 5 desde 18 de março, quando ficou em R$ 5,01. O câmbio da moda americana segue em valorização diante das expectativas de inflação persistente nos Estados Unidos, o que deve fazer o Fed adotar uma postura mais agressiva na quarta-feira (4), com propável alta na taxa básica de juros em 0,5% ponto percentual. Dados da atividade industrial chinesa mostraram o impacto com o novo confinamento do país devido à covid-19, além do temor por inflação e expectativa por decisões de política monetária no Brasil e nos EUA. Por aqui, os investidores avaliaram as novas projeções para juros e inflação do relatório Focus enquanto aguardam a decisão do Copom na quarta-feira.
As maiores altas foram das preferenciais do Pão de Açúcar (4,87%) e preferenciais da Brasken (2,98%). As maiores perdas, preferenciais da Azul (-7,31%) e preferencias do Banco Pan (-6,09%). Todas cinco ações mais negociadas apresentaram declínio: Vale (-0,44%), preferenciais da Petrobras (-0,99%), B3 (-3,76%), preferenciais do Bradesco (-0,06%) e preferenciais do Itaú Unibanco (-0,44%). O volume negociado foi de R$ 28,39 bilhões.
