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Aversão ao risco global e juros derretem mercados

O Ibovespa fechou em forte queda de 2,73% nesta segunda-feira (13), aos 102.598 pontos. Foi o patamar mais baixo desde 10 janeiro (101.945). O dólar subiu 2,73%, cotado a R$ 5,12 no encerramento. Foi o câmbio mais elevado desde 12 de maio (R$ 5,14). A semana tem início com um movimento de forte aversão ao risco nos mercados. Investidores continuam se posicionando com cautela para a Super-Quarta, que contará com decisões de taxa de juros do Banco Central brasileiro e do Federal Reserve, principalmente após, na última sexta, a inflação de maio dos EUA ter avançado 1% na base mensal, número bem acima do consenso do mercado. A queda de commodities também pressionou mercados. O cenário de alta de juros pressionou as empresas de crescimento, que geralmente dependem de crédito para expansão.

As maiores altas foram da Cielo (1,32%) e Energias BR (0,7%). As baixas, preferenciais da Gol (-14,46%) e CVC (-11,72%). Das cinco ações mais negociadas, quatro apresentaram retração: Eletrobras (-2,2%), Vale (-3,17%), preferenciais da Petrobras (-1,28%), preferenciais do Itau Unibanco (-1,2%) e ordinárias da Petrobras (-1,52%). O volume negociado foi de R$ 30,11 bilhões.

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