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84% consideram que impacto da pandemia na economia será grande

84% consideram que impacto da pandemia na economia será grande

Pesquisa FSB/BTG Pactual, divulgada nesta quarta-feira (1), mostra a visão dos brasileiros sobre a pandemia do novo coronavírus e os impactos econômicos da doença. O levantamento feito entre 26 e 27 de março ouviu, por telefone, 2.132 pessoas em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Confira os principais destaques:

  • A maioria da população (76%) está bem informada sobre a pandemia. Apenas 7% dos entrevistados disseram estar pouco informado, nada informado ou nunca ouviu falar da doença;
  • 66% consideram a doença grave ou muito grave. Outros 20% avaliam como mais ou menos grave e 14% como pouco grave ou nada grave;
  • O medo em relação à pandemia é grande ou muito grande para 64% das pessoas. Já para 27%, o temor é médio. Apenas 7% responderam que o receio é pequeno, muito pequeno ou nenhum;
  • 36% dos entrevistados disseram morar com pessoa com mais de 60 anos, contra 64% que apontaram não conviver com pessoas da faixa etária em casa. Já 49% responderam que têm familiar com mais de 60 anos e 51% indicaram que não. O levantamento sinalizou que 61% têm alguma forma de contato com pessoas acima de 60 anos;
  • Sobre o impacto da pandemia do novo coronavírus na economia, 84% dos brasileiros consideram que será grande ou muito grande. Outros 11% avaliam que será médio e apenas 3% acreditam que será pequeno, muito pequeno ou nenhum;
  • O medo de perder o emprego é grande ou muito grande para 43% dos entrevistados. Médio para 14%. O temor é pequeno, muito pequeno ou nenhum para 42%;
  • Apesar do equilíbrio sobre o risco de perder o trabalho, 87% responderam que a taxa de desemprego deve subir no país. Apenas 13% disseram que irá ficar igual ou menor;
  • 46% dos entrevistados já tiveram ou acreditam que terão redução em sua renda mensal. Outros 36% avaliam que continuarão recebendo o salário normalmente;
  • 83% responderam ser a favor do isolamento e apenas 17% se manifestaram contra;
  • Mesmo diante da gravidade do cenário, a ampla maioria (86%) respondeu que não estocou alimentos e/ou produtos de casa. Outros 14% dos entrevistados afirmaram que sim;
  • 69% dos entrevistados apontaram que reduziram gastos com o isolamento. Já 31% sinalizaram que não;
  • 69% responderam que o governo federal precisa agir para conter os impactos na economia e 30% afirmaram que não;
  • Sobre as medidas econômicas já anunciadas, 27% responderam que elas são suficientes ou muito suficientes e 36% que são pouco ou nada suficientes;
  • Em relação aos agentes públicos que mais têm atuado no combate ao coronavírus, a ordem ficou assim: governos estaduais (41%), governo federal (27%) e prefeituras (14%);
  • 51% consideram que é preciso manter as pessoas em casa para reduzir o número de mortes, mesmo que isso cause fortes perdas econômicas;
  • Já 42% avaliam que é preciso manter em casa apenas os grupos de maior risco, como idosos e portadores de outras doenças, permitindo a reabertura gradual do comércio;
  • Apenas 4% apontaram que é preciso manter as empresas e a economia funcionando normalmente, mesmo que isso cause um número muito maior de mortes.

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