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CPI investigará esquema de propina mensal de R$ 296 mil na Saúde

Uma nova linha de investigação se abre no horizonte da CPI da Pandemia. A denúncia de pagamentos irregulares mensais de até R$ 296 mil a políticos e servidores ligados ao Ministério da Saúde será o foco nessa nova fase prorrogada por 90 dias. O esquema de propina que teria começado em 2018 – com a previsão de durar 5 anos – foi denunciado por uma ex-servidora da pasta. Os possíveis crimes iniciados ainda na gestão de Michel Temer teriam ocorrido sob as gestões de Ricardo Barros, que ocupou a pasta até abril daquele ano, e seguido com Gilberto Occhi até o final do mandato.

Entre os beneficiados pelo esquema estaria o ex-ministro Ricardo Barros (imagem), eleito deputado pelo PP-PR e atual líder do governo na Câmara. Ele nega as acusações e busca ser ouvido pela comissão o mais breve possível.

Até aquele ano, a distribuição de vacinas e insumos era feita pelo Ministério da Saúde por meio da Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi). Durante a gestão de Barros, a Cenadi foi extinta e, em seu lugar, entrou a empresa VTC Operadora Logística Ltda, ou VTCLog.

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