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Retomada para valer só em 2022, aponta pesquisa empresarial

As expectativas do empresariado com a recuperação no pós-covid e as eventuais mudanças de planejamento nos negócios foram medidas em uma pesquisa da consultoria KPMG com representantes de oito setores econômicos. O ambiente é de otimismo, mas nada é para já. O relatório apontou que, para 74,5% dos entrevistados, ainda serão necessários de seis meses a um ano após o início da vacinação contra a covid-19 para que as suas empresas voltem a operar normalmente. Outros 23,6% disseram que esse período deve ser de dois a até cinco anos e apenas 1,8% acham que a empresa não voltará ao nível anterior.

Quando questionados sobre as mudanças no setor que as suas empresas atuam após um ano do início do lockdown, 34,5% alegaram que a organização teve redução de receita e lucro. Já 21,82 afirmaram que houve um aumento nesses índices. Outros 20% afirmaram que não houve impacto e que a receita foi mantida. Para 12,7%, houve uma redução das vagas de emprego e de custos.

“O estudo apontou que temos um cenário diferente de um ano atrás. Agora, com a perspectiva de vacinação da população, a maioria dos empresários prevê um retorno das atividades econômicas no médio prazo e apenas uma pequena parcela não acredita que isso vá acontecer. É um sinal de melhora”, afirma o sócio de clientes e mercados da KPMG no Brasil e América do Sul, Jean Paraskevopoulos.

A Pesquisa Nacional sobre o Impacto da Covid-19 nos Negócios foi feita ao longo de março, com 55 empresários brasileiros que atuam em serviços (23,6%), finanças (20%), saúde e ciências da vida (14,5%), consumo e varejo (14,5%), mercado industrial (10,9%), agronegócio (7,2%), tecnologia, mídia, esportes e telecomunicações (5,4%), energia e recursos naturais (3,6%). Os consultados estão assim divididos: São Paulo (56,36%), Distrito Federal (9,09%), Rio Grande do Sul (5,45%), Rio de Janeiro (5,45%), Paraná 5,45%), Minas Gerais (5,45%), Santa Catarina (3,64%), Pernambuco (3,64%), Rio Grande do Norte (1,82%), Ceará (1,82%) e Amazonas (1,82%).

Mesmo assim, otimismo

  • 85,5% – otimistas com a vacinação e a retomada;
  • 70,9% – confiantes sobre a retomada, mesmo com as cepas;
  • 48% – vacinação não alterou o plano de negócios;
  • 29,09% – reavaliarão a estratégia de retomada;
  • 20% – alteraram os planos.

    Fonte: KPMG

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