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Ghosn alega inocência e diz ter sido preso injustamente

Preso no Japão por supostas violações financeiras, o ex-presidente do conselho de administração da Nissan Carlos Ghosn prestou depoimento nesta terça-feira (8) em audiência no Tribunal Distrital de Tóquio. Foi a primeira aparição pública dele desde que foi detido em 19 de novembro. O executivo brasileiro disse ser inocente e ter “agido com honra, legalmente e com o conhecimento e a aprovação dos diretores da companhia”. “Fui injustamente acusado e injustamente detido com base em acusações sem fundamento e infundadas”, afirmou Ghosn. O juiz responsável pela audiência informou que o executivo continuará preso por causa do risco de fuga e para evitar que esconda provas.

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