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Reforma tributária pode emperrar por excesso de propostas

Até pouco tempo, a reforma do sistema tributário brasileiro não avançava porque o tema era deixado de lado no Congresso, que tinha outras “prioridades”. Agora, o assunto pode continuar emperrado, mas por um motivo oposto: excesso de propostas. O Congresso tem hoje cinco projetos que disputam a primazia na casa: o da Câmara, do Senado, do governo federal,  dos Estados e de empresários. Se houvesse uma proposta, o tema já seria complexo o suficiente. Cinco tem o potencial de travar as discussões. Isso ocorre especialmente porque está em jogo o protagonismo da Câmara e do Senado. O líder do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) disse na terça-feira (9), que vai desengavetar a proposta do deputado Luis Carlos Hauly (PSDB-PR). A versão oficial é que os senadores estão insatisfeitos com a proposta que circula na Câmara dos Deputados, de autoria de Baleia Rossi (MDB-SP). Mas há quem diga que, na verdade, o que está em jogo é uma disputa a respeito do protagonismo no Congresso. Os senadores estão insatisfeitos com a liderança dos deputados na reforma da Previdência e não querem papel secundário na disputa previdenciária.

Por que é importante

O sistema tributário brasileiro é um dos mais complexos do mundo. O cumprimento das normas suga bilhões de reais da economia

Quem ganha

Com a aprovação da reforma, o setor produtivo, que ganha produtividade e competitividade

Quem perde

O país, caso a reforma emperre por falta de consenso em relação ao novo modelo tributário

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