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Previsão de rombo nas contas públicas cai para R$ 844,57 bilhões

Previsão de rombo nas contas públicas cai para R$ 844,57 bilhões

Dados do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Ministério da Economia, apontam um recuo na estimativa para o déficit primário do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) em 2020. A previsão para o rombo nas contas públicas este ano passou de R$ 861 bilhões para R$ 844,57 bilhões. A melhora do resultado foi influenciada pela queda das despesas obrigatórias (R$ 12,48 bilhões a menos) e um leve aumento nas receitas (alta de R$ 4,68 bilhões).

Entre os gastos, a maior retração corresponde ao Bolsa Família, que deverá encerrar 2020 executando R$ 9,4 bilhões a menos que o previsto no relatório de setembro. Isso ocorre porque a maior parte dos beneficiários foi incorporada ao auxílio emergencial, que está inscrito no orçamento de guerra e fora do orçamento original de 2020. O relatório também reduziu em R$ 2,1 bilhões a previsão de gastos com subsídios e subvenções. A reforma da Previdência, aprovada no ano passado, começa a gerar economia para o governo. A previsão de gastos com benefícios previdenciários (aposentadorias, auxílios e pensões) caiu R$ 1,8 bilhão.

Já do lado das receitas, a principal causa é o aumento na arrecadação de Imposto de Renda, cuja projeção subiu R$ 10,16 bilhões em relação ao relatório anterior em razão de um avanço na arrecadação de IR das empresas. A recuperação do emprego formal fez a projeção com a arrecadação da Previdência Social saltar R$ 4,3 bilhões. O aumento das vendas decorrente da retomada da economia fez a projeção com a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) ser elevada em R$ 2,1 bilhões na comparação com o último relatório.

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