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Bolsonaro nega intervencionismo após barrar aumento do diesel

Jair Bolsonaro negou nesta sexta-feira (12) que defenda uma política econômica intervencionista, após pedir para a Petrobras não aumentar em 5,74% o preço do diesel. O presidente se esforçou para deixar claro seu distanciamento em relação ao governo Dilma Rousseff, criticado pela interferência nos preços praticados pela companhia. “Não sou economista, já falei que não entendo de economia. Quem entendia afundou o Brasil, tá certo?”, disse em conversa com jornalistas, após a inauguração do novo aeroporto de Macapá. Bolsonaro admitiu que a medida atende aos caminhoneiros, que ameaçavam fazer uma nova greve caso o reajuste fosse levado adiante. “(Os caminhoneiros) São pessoas que movimentam as riquezas do país, de norte a sul, leste a oeste, e têm que ser tratados com carinho e consideração. Nós queremos um preço justo para o óleo diesel”, afirmou.

Por que é importante

O governo barrou o reajuste para afastar a possibilidade de uma nova greve dos caminhoneiros, que parou o país no ano passado

Quem ganha

Os caminhoneiros, que voltaram a mostrar sua força

Quem perde

A Petrobras, que vê suas ações despencarem após a intervenção do governo

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