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Esquema de pirâmide com venda falsa de criptomoedas é investigado

Em janeiro, o Procon-SP firmou acordo com a MSK para reembolso dos consumidores com multa de R$ 2 milhões em caso de descumprimento

O Procon-SP encaminhou um ofício ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) da Polícia Civil pedindo apuração de denúncias contra a MSK Operações e Investimentos Ltda. Consumidores relatam serem vítimas de um esquema de pirâmide financeira envolvendo a falsa comercialização de criptomoedas. 

Em dezembro do ano passado, o Procon recebeu 39 registros contra a agência. Em janeiro deste ano, foram 172 casos e no mês de fevereiro (até quinta, 17) foram 337 queixas. As denúncias são encaminhadas à Polícia Civil.

Em janeiro, o órgão de defesa do consumidor firmou acordo com a MSK estabelecendo que a empresa reembolsasse os consumidores no valor integral investido e reforçaria seus canais de atendimento presencial. Na ocasião, foi assinado um termo e, no caso de descumprimento, a instituição financeira pagaria multa voluntária no valor de R$ 2 milhões.

Apesar de o acordo prever a devolução dos valores a partir do mês de março, o Procon decidiu não esperar esse prazo, considerando o aumento expressivo no número de reclamações registradas e a necessidade de preservar os direitos dos consumidores.

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