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97,7% acreditam que vida financeira vai melhorar

Da redação
13 de janeiro de 2023
Dos 68,7% dos brasileiros que iniciaram 2023 endividados, 95,2% acreditam que vão quitar suas dívidas

Os brasileiros estão otimistas com suas finanças em 2023. Levantamento da fintech Provu mostra que 97,7% das pessoas acreditam que a sua vida financeira vai melhorar neste ano. A melhora da expectativa do brasileiro em relação à sua própria situação financeira é atribuída a uma melhor organização pessoal (65,9%), novo emprego ou aumento salarial (25,9%), seguido de perspectiva econômica no país (8,2%).

Os brasileiros também estão esperançosos em relação ao pagamento de suas dívidas. 68,5% dos entrevistados afirmaram ter começado o novo ano endividado, e 95,2% deles acreditam que irão quitar essas dívidas em 2023. Apesar do otimismo, os brasileiros afirmaram enxergar riscos em relação ao seu futuro financeiro. Dentre essas preocupações, o desempenho da economia do país foi citado por 50% dos entrevistados. Em seguida vieram falta de organização pessoal (28,8%) e desemprego (21,2%). 

“Esse levantamento mostra que as pessoas estão cada vez mais conscientes da necessidade de ter controle sobre sua vida financeira, e de se organizar e se planejar melhor e, como consequência, ter uma vida financeira melhor”, destacou o CEO da Provu, Marcelo Ramalho.

Ao serem perguntados sobre quantas vezes solicitaram empréstimo em 2022, 45,6% responderam apenas uma vez, enquanto 24,3% pediram crédito duas vezes no ano. Já 17,8% solicitaram empréstimo quatro vezes ou mais durante o ano passado, e 12,2% pediram crédito três vezes em 2022. Entre os principais motivos pelos quais as pessoas solicitaram empréstimos em 2022 estão o pagamento de dívidas (33%), seguido por crédito para empreender, seja para abrir ou investir no próprio negócio (26,9%). Já o empréstimo para despesas com o lar aparece em terceiro lugar, com 10,3% das motivações de crédito.

Quando perguntados sobre a renda salarial, 39,6% recebem de um a dois salários mínimos, enquanto que 28,6% recebem de três a quatro salários mínimos, e 12,2% ganham até um salário mínimo. 10% disseram ganhar acima de seis salários mínimos e 9,6% recebem de cinco a seis salários mínimos.

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