O Ibovespa fechou em baixa de 1,86% nesta sexta-feira (29), aos 107.876 pontos. O dólar ficou quase estável, em 0,06%, cotado a R$ 4,94 no encerramento. Foi o pior desempenho para o mês desde março de 2020, quando iniciou a pandemia. A variação despencou 10,10%, enquanto em março de 2020 recuou 29,9%. Já na variação semanal, as negociações caíram 2,88%. A moeda norte-americana subiu 2,86% em relação à semana anterior. Na variação mensal, apresentou alta de 3,81%. Apesar da instabilidade do câmbio, houve alívio provocado pelas autoridades chinesas, que reafirmaram a necessidade de alcançar metas de desenvolvimento econômico e social no país, dando fôlego a ativos de países exportadores de materiais básicos, como o Brasil. No entanto, os ventos contrários vindos dos Estados Unidos voltaram a pesar. O Dow Jones fechou em baixa de 2,77%, o S&P 500 recuou 3,63% e o Nasdaq encerrou com desvalorização de 4,17%.
As maiores altas foram da Multiplan (4,01%) e 3R Petroleum (2,73%). As baixas, unitárias do Banco Inter (-7,16%) e Cielo (-5,82%). Das cinco mais negociadas, três apresentaram retração: Vale (-1,08%), preferenciais da Petrobras (0,07%), PetroRio (1,60%), preferenciais do Bradesco (-1,32%) e preferenciais do Itaú Unibanco (-1,77%). O volume negociado foi de R$ 34,73 bilhões.
