O Ibovespa fechou estável em -0,35% nesta segunda-feira (25), aos 110.684 pontos, na sexta sessão consecutiva de perdas, fato que não ocorre desde janeiro de 2021. Além da sequência de janeiro de 2021, nos últimos anos, outros períodos de perdas de igual duração ocorreram em janeiro de 2020 e setembro de 2017. No intervalo, a queda acumulada é de 6,05%. O dólar caiu 1,54%, cotado a R$ 4,87 no encerramento. Nova onda de covid-19 e lockdown na China se somou à alta de juros esperada nos EUA para drenar apetite ao risco. No câmbio, os investidores também reagiram à possibilidade de diminuição do diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos em meio a sinais de aceleração da alta de juros pelo Federal Reserve na semana que vem, enquanto o Banco Central indica que o fim do aperto da Selic pode estar próximo. A bolsa brasileira foi conduzida por Vale e Petrobras. Nos Estados Unidos, os investidores reagiram com otimismo à notícia de que o Twitter foi vendida por US$ 44 bilhões, a US$ 54,20 por ação, para o bilionário Elon Musk. A notícia impulsionou o índice de tecnologia Nasdaq e fez os papéis da rede social dispararem quase 5,66%. No Brasil, os BDRs da empresa subiram 7,40%.
As maiores altas foram das preferenciais do Cogna (3,57%) e preferenciais da Cemig (2,87%). As maiores perdas, BRF (-3,65%) e Companhia Siderúrgica Nacional (-2,64%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram declínio: Vale (-1,7%), preferenciais da Petrobras (-1,47%), preferenciais do Itaú Unibanco (-0,39%), preferenciais do Bradesco (-0,62%) e Magazine Luiza (-1,98%). O volume negociado foi de R$ 23,13 bilhões.
