O Ibovespa fechou estável em 0,02% nesta sexta-feira (25), aos 119.081 pontos, após sete altas seguidas, acumulando ganhos de 3,26% na semana. O dólar caiu 1,7%, cotado a R$ 4,75 no encerramento e engatou o oitavo dia seguido de declínio, com uma queda de 5,35% na semana. Lá fora, além das tensões ao redor do conflito Rússia-Ucrânia, os mercados reagiram à suspeita de um ataque a mísseis e consequente incêndio em uma instalação da Aramco na Arábia Saudita. Assim, além do minério que subiu na madrugada, o petróleo voltou a subir hoje, como consequência de uma eventual nova restrição de oferta. O exterior ainda reagiu a última decisão do Federal Reserve de aumentar em 0,25% a taxa de juros e sinalizar que pode ser mais agressivo no aperto monetário que terá de empreender para segurar uma inflação que é a maior em décadas por lá. No Brasil, novamente os setores de consumo e construção civil foram destaques positivos. Queda das ações de commodities se contrapuseram a ganhos de papéis ligados a consumo, que acompanharam o alívio na curva de juros mesmo após dado de inflação acima do esperado.
As maiores altas foram da Cogna (19,48%) e da Yduqs (9,05%). As maiores perdas, Klabin (-1,63%) e Suzano (-16,55%). Das cinco ações mais negociadas, três apresentaram declínio: Vale (-1,73%), preferenciais da Petrobras(-0,37%), Magazine Luiza (-0,91%), preferenciais do Itaú Unibanco (0,18%) e preferenciais do Bradesco (0,91%). O volume negociado foi de R$ 30,72 bilhões.
