PATROCINADORES

Em primeira entrevista após fuga, Ghosn se defende de acusações

O ex-presidente da aliança Renault-Nissan Carlos Ghosn concedeu entrevista nesta quarta-feira (8) em Beirute, capital do Líbano, para explicar os motivos de sua fuga do Japão. Ele deixou o país onde cumpria pena em prisão domiciliar desde novembro de 2018, acusado de violações financeiras e fraude fiscal. Na entrevista, o executivo disse que foi “vítima de um processo hostil”, que sua fuga foi para se proteger e preservar sua família, e que no Líbano está livre do que chamou de “injustiça e perseguição política” que vinha sofrendo no Japão.

“Não sou mais refém de um sistema policial japonês tendencioso, onde prevalece a presunção de culpa, a discriminação é generalizada e os direitos humanos são violados, em total desrespeito às leis e aos tratados internacionais”, disse. Ghosn, que tem nacionalidades brasileira, francesa e libanesa, está vivendo com a esposa em uma casa da família em Beirute há uma semana.

O Ministério da Justiça japonês já afirmou que pretende insistir na extradição do executivo para que ele seja julgado no país.

Compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quatro × quatro =

Pergunte para a

Mônica.