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Toffoli vai pedir apuração contra procurador da Lava Jato

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, indicou nesta quarta-feira (13) que vai entrar com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e na corregedoria do Ministério Público Federal (MPF) contra o procurador Diogo Castor, membro da força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná. A medida foi anunciada durante a sessão de julgamento sobre a competência da Justiça Eleitoral para conduzir inquéritos de investigados na Lava Jato. Em artigo, o procurador questionou a capacidade da Justiça Eleitoral e afirmou que a Segunda Turma do STF vem ensaiando um “novo golpe à Lava Jato”. Na abertura do julgamento, Toffoli disse que não permitiria ataques à Justiça Eleitoral. “Farei e anuncio uma representação ao Conselho Nacional do Ministério Público e a corregedoria do Ministério Público Federal em razão dos ataques desse procurador à Justiça Eleitoral. Não é admissível esse tipo de ilação. Críticas no debate jurídico, críticas a respeito do posicionamento técnico-jurídico, da linha jurídica, isso é necessário, faz parte da dialética. Agora, a calúnia, a difamação, a injúria não serão admitidos”, destacou o presidente.

Por que é importante

O STF irá definir se a competência para julgar crimes comuns conexos a crimes eleitorais é da Justiça Eleitoral ou Federal. A discussão atinge inquéritos de investigados na Lava Jato

Quem ganha

O corporativismo no Judiciário, já que Toffoli visa proteger os integrantes da Justiça Eleitoral

Quem perde

O procurador Diogo Castor, alvo da representação

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