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Temer deixa de viajar ao exterior para não tornar aliados inelegíveis

O presidente Michel Temer (MDB) cancelou as viagens que faria em agosto para Colômbia e Paraguai. Segundo a Folha de S. Paulo, a decisão foi tomada após conversa com Eunício Oliveira (presidente do Senado) e Rodrigo Maia (presidente da Câmara). Os compromissos oficiais de Temer no exterior obrigariam os dois políticos, que estão na linha de sucessão presidencial e são candidatos à reeleição, a também deixar o país sob risco de ficarem inelegíveis. A determinação, que consta na legislação eleitoral, foi criticada por especialistas ouvidos por MONEY REPORT.

Por que é importante

As viagens anteriores de Maia e Eunício para evitar a inelegibilidade já custaram mais de R$ 250 mil, o que fez ressurgir o debate sobre a necessidade de mudanças na lei

Quem ganha

Os cofres públicos. As despesas dos assessores que acompanhavam os dois eram bancadas pela União

Quem perde

Os interesses do país, que podem ficar travados por conta de uma legislação que precisa ser revista

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