Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) anunciou na segunda-feira (15) que entrará com uma ação no TSE para deixar a sigla sem perder o mandato por infidelidade partidária. A parlamentar, que foi suspensa pelo PDT após votar a favor da reforma da Previdência, alega perseguição política e diz que não consegue exercer sua função desde que recebeu a punição. “Já se passaram mais de três meses. Não tenho mais diálogo com o PDT. Enviei uma carta ao presidente (Carlos) Lupi pedindo que fosse julgada, sou ignorada. Não estou podendo atuar de forma efetiva na Câmara, não sou indicada para comissões, nada. Estou suspensa sem previsão de julgamento. É perseguição política”, afirmou.
