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Sob investigação, presidente do BNDES diz que corrupção é “chaga brasileira”

O presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, defendeu nesta segunda-feira (12) a atividade de ouvidoria das empresas como forma de combater esquemas de corrupção. Rabello de Castro citou o exemplo da Operação Lava Jato, que começou a partir de uma denúncia informal que foi levada adiante. “Não é de outra coisa que se trata quando nós, no Brasil, queremos nos organizar para definitivamente, se não eliminar totalmente, reduzir ao máximo que pudermos essa chaga brasileira que é a nossa propensão à corrupção, quer no setor público, onde isso ainda é mais clamoroso, quer no setor privado, nas atividades particulares”, disse.

Por que é importante

Paulo Rabello de Castro deve deixar o BNDES para disputar a eleição presidencial pelo PSC. No início do mês, ele foi um dos alvos de uma operação da PF que apura desvio de recursos do fundo de pensão dos Correios (Postalis)

Quem ganha

A defesa da Lava Jato, das ouvidorias e o discurso de combate à corrupção

Quem perde

Rabello de Castro está berlinda e precisa esclarecer se a sua fala condiz com a prática

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