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Senador diz que dinheiro escondido na cueca era para pagar funcionários

Em mensagem enviada a colegas, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) reclamou de estar sendo vítima de linchamento “sem qualquer prova” depois de a Polícia Federal ter flagrado ele com R$ 33 mil dentro da cueca. O parlamentar argumentou no texto que o dinheiro apreendido seria usado para o pagamento de funcionários da empresa da família. “Nunca tinha sido acordado pela polícia. Acordei em meio à pessoas estranhas em meu quarto. Num ato de impulso, protegi o dinheiro do pagamento das pessoas que trabalham comigo. Se levassem aquele dinheiro, ninguém iria receber naquela semana. Não era dinheiro de corrupção”, apontou. A defesa de Rodrigues reforçou a versão apresentada. Os advogados alegam que o senador teve uma “reação impensada” justificada pelo “ato de terrorismo policial”. O político tem sido pressionado a se licenciar do cargo. O ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF, determinou o afastamento dele das funções legislativas. O plenário da Corte ainda vai julgar a medida de Barroso. Uma eventual remoção, no entanto, precisará ser aprovada pelos demais senadores.

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