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Senado aprova a compra de vacinas por empresas, estados e municípios

Os senadores aprovaram, na noite desta quarta-feira (24), o projeto de lei que facilita a compra de vacinas contra a covid-19 por empresas, estados e municípios, de forma descentralizada da União. A proposta é do presidente do senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) (imagem). De acordo com o texto, a responsabilidade civis por eventuais efeitos adversos dos imunizantes será dos compradores. Outro ponto importante é que os imunizantes devem ser integralmente doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e usados como parte do Plano Nacional de Imunização (PNI). O líder da oposição, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também foi favorável. Ele explicou que é necessário ampliar o portfólio de vacinas no Brasil com urgência para evitar mais mortes. A proposta segue para a análise da Câmara dos Deputados.

O texto do senador Pacheco não cita especificamente nenhuma vacina, mas parece claro que seria uma maneira de facilitar o acesso aos produtos da Pfizer e, talvez, da Johnson & Johson. Presssionados por suas bases, os congressistas sabem que o presidente Bolsonaro não concordou com os termos da Pzifer, que ainda em setembro teria apresentado consideradas por demais cláusulas draconianas. Caso a compra tivesse ocorrido, o Brasil teria mais 70 milhões de doses disponíveis dentro de pouco tempo, ainda que o imunizante exija armazenamento em congeladores especiais, pois precisa ficar a -30ºC até pouco antes do manuseio para inoculação.

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