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São Paulo vive expectativa do retorno de medidas de contenção

O governador João Doria (PSDB) pretende atualizar na próxima segunda-feira (30) o Plano São Paulo, que trata da reabertura da economia e da flexibilização da quarentena no estado de São Paulo. Diante do aumento das internações pelo novo coronavírus, principalmente na capital paulista, a expectativa é se haverá uma reclassificação das iniciativas para controlar a pandemia.

Na fase verde da retomada, o município de São Paulo dificilmente irá passar para a bandeira azul – condicionada à chegada de uma vacina contra o doença. O provável é que, se confirmada a piora do cenário ou até mesmo o avanço de uma segunda onda, a capital retroceda alguma etapa, com o retorno de restrições e limitações para atividades com atendimento presencial.

Hoje, entre os critérios, as autoridades do estado levam em conta a capacidade do sistema de saúde das regiões (como a taxa de ocupação de leitos de UTI e o total disponível por 100 mil habitantes) e a evolução da pandemia (com o variação do número de casos, de internações e de óbitos). Por enquanto, tanto Doria quanto o prefeito Bruno Covas (PSDB) falam em estabilidade da doença e afastam a possibilidade de um endurecimento das medidas, como no início da quarentena.

Como está hoje na fase verde

O comércio de rua, shoppings e serviços funcionam por até 12 horas com a ocupação máxima limitada a 60% da capacidade de cada local. Bares e restaurantes também devem obedecer a regra de 60% da capacidade e precisam interromper o atendimento às 22h. O prefeito Bruno Covas liberou eventos, como convenções, seminários, palestras e feiras, para até 600 pessoas. As regras da capital ainda permitiram o funcionamento de museus, teatros e cinemas.

O que pode ocorrer se a capital voltar para a fase amarela

O comércio de rua, shoppings e os serviços passariam a funcionar duas horas a menos (10 horas), com a ocupação máxima limitada a 40% da capacidade do local. O mesmo valeria para bares e restaurantes, com o atendimento sendo encerrado às 22h. O Plano São Paulo permite a realização de eventos. Porém, na capital paulista, Covas só autorizou a retomada quando o município passou para a bandeira verde. O retorno dos setores de cultura também só foi possível com a transição para a etapa mais branda.

Uma eventual reclassificação exigiria uma nova manifestação do prefeito e a definição de um prazo para a adequação das atividades. Em março, quando houve a determinação da quarentena, as regras entraram em vigor três dias depois.

E nas fases laranja e vermelha?

Na fase laranja, as proibições seriam mais rígidas e com maior grau de controle em estabelecimentos, sendo parecida com a amarela. Já na fase vermelha, o bloqueio seria total.

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