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Sabará vê perseguição de ‘ala esquerdista’ do Novo ao ter campanha interrompida

Da redação
24 de setembro de 2020

A Comissão de Ética do Partido Novo determinou na quarta-feira (23) a interrupção da pré-campanha de Filipe Sabará à Prefeitura de São Paulo. A legenda não deu detalhes dos motivos e alegou que o caso está sob sigilo. Nos últimos dias, elogios de Sabará ao ex-prefeito da capital paulista Paulo Maluf – condenado por corrupção – incomodaram integrantes da sigla. Também gerou desconforto uma suposta falta de transparência na retificação da declaração de bens, que passou de R$ 15 mil para R$ 5 milhões. Ao comentar a decisão do Novo, o pré-candidato disse ser alvo de perseguição promovida por João Amoêdo, fundador e ex-presidente da agremiação, e de “uma ala esquerdista minoritária” do partido. Sabará terá um prazo para se defender e reverter a suspensão.

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