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PATROCINADORES

Redes sociais vão barrar propaganda eleitoral – nos EUA

As gigantes das redes sociais Google e Facebook vão impedir anúncios eleitorais em suas plataformas. A partir de 3 de novembro, depois das eleições nos Estados Unidos, a prática estará banida do Google, afirmou a empresa no final desta sexta-feira (27). O companhia enviou mensagens aos anunciantes para que não “referendem candidatos, eleição ou seu resultado, dada a quantidade sem precedentes de votos que serão contados depois do dia da eleição neste ano”.

O Facebook informou que vai parar de aceitar novos anúncios políticos uma semana antes das eleições no EUA. A empresa divulgou que vai rejeitar propagandas que clamem a vitória para qualquer lado antes da apuração oficial do resultado.

As decisões são um reflexo das pressões que sofrem depois da visível influência das mídias sociais nos resultados da eleição de Donald Trump e da votação do Brexit, no Reino Unido, ambas em 2016.

O Twitter proíbe, desde 2019, a exibição de propaganda política.

A decisão das empresas pode ser adotada em outros países, como o Brasil.

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