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Raul Jungmann demite Segovia do comando da PF

Após menos de quatro meses no cargo, Fernando Segovia foi demitido do cargo de diretor-geral da Polícia Federal. A decisão foi tomada pelo ministro Raul Jungmann, que tomou posse na terça-feira (27) como ministro da Segurança Pública. Segovia já havia sido ameaçado de ser afastado do cargo pela procuradora Raquel Dodge após manifestações sobre inquéritos envolvendo o Presidente Temer. Em entrevista publicada pela agência Reuters, ele deu a entender que a PF iria pedir arquivamento do inquérito contra Temer no caso do Decreto dos Portos e que a instituição poderia abrir investigação interna para apurar a conduta do delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo inquérito. No lugar de Segovia assume Rogério Galloro, atual titular da Secretaria Nacional de Justiça.

Por que é importante

Antes da demissão, Segovia reformulou uma regra interna para solicitação de reforço em grandes operações. O ato foi mais um momento crítico na relação entre a cúpula da PF e grupos de delegados

Quem ganha

Jungmann, que assumiu o cargo e já atraiu os holofotes, e os delegados da Operação Lava Jato

Quem perde

Temer. Segovia era indicado pelo presidente e apadrinhado pelo MDB e suas declarações reavivaram as atenções para o inquérito contra o presidente

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