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Presidenciáveis ainda não têm substitutos para seus cargos

A proximidade do prazo final para presidenciáveis saírem dos cargos que hoje ocupam têm gerado especulações sobre quem serão os substitutos. O cenário por enquanto é de indefinição. Henrique Meirelles (PSD) deve anunciar sua saída do Ministério da Fazenda até 7 de abril para disputar ao Planalto. O sucessor natural seria Eduardo Garcia, número dois da pasta, mas uma ala do PMDB defende que o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, seja remanejado. Outro pré-candidato é o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro (PSC). O economista já comunicou sua decisão a Temer. Para o lugar de Rabello de Castro, a briga está entre Carlos da Costa (atual diretor de planejamento do banco) e Mansueto Almeida (secretário de acompanhamento fiscal). Pelo menos outros dois nomes correm por fora. O caso mais simples é do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que passará o comando para o vice, Márcio França (PSB).

Por que é importante

A pessoa que pretende concorrer a mandato eletivo deve afastar-se de cargo, emprego ou função pública de exercício atual para disputar as eleições até seis meses antes da data do primeiro turno. Algumas exceções são deputados, senadores, além do presidente e governadores em primeiro mandato

Quem ganha

Os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL), Alvaro Dias (Podemos) e Rodrigo Maia (DEM), que poderão permanecer em suas funções

Quem perde

A ampla reforma ministerial prevista pode atrasar o andamento de projetos relevantes

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