O inquérito que trata da suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro no trabalho da Polícia Federal deverá ser arquivado pelo procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras. Segundo a coluna do Josias de Souza, no UOL, essa é a aposta de assessores do presidente e outros integrantes do primeiro escalão do governo que frequentam o Palácio do Planalto. A avaliação deles é que o presidente tem a prerrogativa de mudar o comando da PF e os fatos apresentados até o momento pelo ex-ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) não seriam suficientes para embasar uma denúncia. Além disso, o Planalto acredita que os próximos depoimentos no caso, como dos ministros militares – Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (GSI) – não devem trazer evidências ou indícios de crimes cometidos por Bolsonaro.

Uma resposta
Vai ficar mal para Aras.