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Planalto acredita em vitória em disputa sobre controle do Orçamento

O Congresso realiza nesta terça-feira (3) uma sessão conjunta para análise de vetos do presidente Jair Bolsonaro. O ponto mais polêmico é o que trata das mudanças nas regras de pagamento obrigatório das emendas aos parlamentares. Em jogo está o controle de R$ 30 bilhões no Orçamento deste ano. O Palácio do Planalto está confiante na manutenção da decisão de Bolsonaro de barrar a medida que pode ampliar os poderes do Legislativo no empenho das verbas e reduzir a influência do Executivo sobre o destino dos recursos. A projeção positiva tem como base o apoio inesperado de congressistas não alinhados como o governo, como senador Renan Calheiros (MDB-AL) e a deputada federal Tabata Amaral (PDT-CE). “Apesar das divergências com o governo de Jair Bolsonaro, votarei por manter o #Veto52. Sem planejamento ou organicidade, carece de lógica a terceirização para o relator. O orçamento impositivo, lá atrás, foi um avanço. Mas isso que se discute é bem diferente e temerário”, escreveu Calheiros no Twitter. “O aumento desproporcional no orçamento previsto para as emendas do relator é uma barganha para garantir a antiga prática de uso de emendas parlamentares para fins eleitoreiros. Sou contra essa forma de fazer política, tanto que escolhi destinar minhas emendas parlamentares obrigatórias por meio de um edital aberto e uma seleção baseada em evidências. Por isso, votarei a favor de manter o veto 52/2019. E digo mais, não podemos personificar esse debate. É o que é melhor para o Brasil e suas instituições”, publicou Tabata na mesma rede social.

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