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PGR insiste em medidas cautelares contra mãe e irmão de Geddel

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta sexta-feira (2) ao ministro Edson Fachin, do STF, que reconsidere a decisão que rejeitou a aplicação de medidas cautelares contra o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) e Marluce Vieira Lima, irmão e mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Na petição, Dodge afirmou que Fachin não levou em conta que investigações preliminares sobre a origem de R$ 51 milhões encontrados no apartamento de um amigo de Geddel, em Salvador (BA), indicam que o dinheiro pode ter sido recebido pela família como propina paga pela empreiteira Odebrecht em troca da atuação do ex-ministro na Caixa. Geddel está preso desde 8 de setembro do ano passado.

Por que é importante

Geddel, o irmão e a mãe foram denunciados por lavagem de dinheiro e associação criminosa na ocultação de R$ 51 milhões em apartamento em Salvador (BA)

Quem ganha

Lúcio Vieira Lima segunda atuando como deputado federal

Quem perde

A PGR pede o recolhimento domiciliar noturno do parlamentar e a prisão domiciliar de Marluce Viera Lima

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