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Pacheco presidenciável é brecha para Kassab driblar polarização

O nome do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ressurgiu nesta segunda-feira (12) como uma opção da chamada terceira via na corrida pelo Palácio do Planalto em 2022. Segundo a coluna da Thaís Oyama, no UOL, Pacheco deve se filiar ao PSD e concorrer à Presidência da República pelo partido comandado por Gilberto Kassab.

Pouco conhecido no cenário nacional, ainda é cedo para saber se Pacheco (foto) entrará mesmo na disputa e se será competitivo contra o ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro, que lideram até então as pesquisas de intenção de voto. No entanto, avaliando pelo lado de Kassab, a estratégia passa pelo plano de consolidar o PSD como uma das principais siglas do país.

A jornalista destaca no texto que a agremiação irá apostar na reeleição para governador de Ratinho Júnior no Paraná; em Minas Gerais, lançará o atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil; e no Rio de Janeiro, concorrerá com o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, apoiado pelo prefeito Eduardo Paes. Um possível reforço pode ser a chegada de Geraldo Alckmin para buscar um novo mandato em São Paulo. Ou seja, o PSD terá palanques importantes em estados populosos.

O cenário naturalmente não é garantia de que os votos podem migrar para Rodrigo Pacheco, que tem mandato no Senado até 2026. O parlamentar poderá entrar na disputa sem nada a perder e ainda emplacar como o escolhido para angariar os votos de quem não quer Lula nem Bolsonaro.

Já Kassab, em uma jogada pragmática, livraria o PSD de tomar uma posição já no primeiro turno. A decisão ficaria então para o segundo turno, já com o quadro bem claro para negociar um eventual embarque no futuro governo.

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