O general Eduardo Pazuello vê de novo a sombra do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), para ser seu substituto no Ministério da Saúde. Segundo a colunista Thaís Oyama, no UOL, Pazuello pode ser demitido do governo assim que o país iniciar a campanha de vacinação contra o novo coronavírus. O fracasso na compra de seringas e agulhas teria ampliado o incômodo no Palácio do Planalto. O ministro já havia cometido outros deslizes anteriormente, como o erro na distribuição de máscaras cirúrgicas e de testes para o diagnóstico da doença. O nome mais cotado em caso de queda de Pazuello é o de Barros. Um dos parlamentares mais influentes do Centrão, o pepista já ocupou o cargo no governo Michel Temer e chegou a ser cogitado para a pasta durante a interinidade de Pazuello.
