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Ministério recua e diz que não há compromisso para compra de vacina da China

O Ministério da Saúde endossou a indicação do presidente Jair Bolsonaro de que o governo não pretende comprar a vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (21), o secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, disse que houve um equívoco no anúncio feito na véspera de um possível acordo para a aquisição de 46 milhões de doses da CoronaVac por R$ 1,9 bilhão. O imunizante tem sido produzido no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e conta com respaldo do governo de São Paulo. “Não houve qualquer compromisso com o governo do estado de São Paulo ou seu governador no sentido de aquisição de vacinas contra covid-19”, observou Franco. “Tratou-se de um protocolo de intenção entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan, sem caráter vinculante”, acrescentou o secretário.

Por que é importante

Ao barrar a compra da CoronaVac, Bolsonaro volta a antagonizar com o governador João Doria. O tucano tem capitalizado o avanço das pesquisas realizadas em parceria com os chineses

Quem ganha

A ala ideológica do governo incomodada com o protagonismo de Doria

Quem perde

O ministro Eduardo Pazuello, desautorizado publicamente pelo presidente

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