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MDB reivindica relatoria de CPI; Renan Calheiros pode ser o escolhido

A Folha de S. Paulo registra que CPI da Covid, instalada na terça-feira (13) no Senado para apurar a conduta do governo no enfrentamento à pandemia e os repasses federais aos Estados, deverá ser composta majoritariamente por parlamentares independentes ou de oposição ao governo Jair Bolsonaro. A base aliada deve ocupar apenas quatro das 11 cadeiras e o Palácio do Planalto ainda vê o risco de a relatoria e a presidência do colegiado ficarem com críticos de Bolsonaro. Maior bancada da Casa, o MDB quer escolher o relator dos trabalhos. A definição pode ficar entre Eduardo Braga (MDB-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL). Já o PSDB pode indicar Tasso Jereissati (PSDB-CE) para chefiar a comissão. Outros nomes de titulares já definidos para a apuração seriam Omar Aziz (PSD-AM), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-CE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Os ligados ao governo seriam Ciro Nogueira (PP-PI), Jorginho Mello (PL-SC), Eduardo Girão (Podemos-CE) e Marcos Rogério (DEM-RO).

Por que é importante

Sem maioria e sem o controle da presidência e da relatoria, a tendência é que o governo tenha um ambiente desfavorável na CPI

Quem ganha

A oposição e parlamentares críticos ao presidente Jair Bolsonaro

Quem perde

A popularidade de Bolsonaro, que pode cair com o avanço dos trabalhos da comissão

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