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Lava Jato: Tribunal bloqueia R$ 3,8 bi de partidos, políticos e empresas

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) determinou o bloqueio de cerca de R$ 3,8 bilhões de investigados na Operação Lava Jato. A decisão, referente a uma ação de improbidade administrativa, atinge partidos, políticos e empresas. Confira a lista:

R$ 1.894.115.049,55 do MDB, de Valdir Raupp (ex-senador do MDB), da Vital Engenharia Ambiental, de André Gustavo de Farias Ferreira (marqueteiro político), de Augusto Amorim Costa (apontado como operador de propinas da empreiteira Queiroz Galvão), de Othon Zanoide de Moraes Filho (ex-diretor da Queiroz Galvão), de Petrônio Braz Junior (ex-presidente da Queiroz Galvão) e do espólio de Ildefonso Colares Filho (ex-presidente da Queiroz Galvão, morto em 2018);

R$ 816.846.210,75 do PSB;

R$ 258.707.112,76 de Fernando Bezerra Coelho (atual líder do governo no Senado) e o espólio de Eduardo Campos (ex-governador, morto em acidente aéreo em 2014);

R$ 107.781.450,00 do espólio de Sérgio Guerra (ex-presidente do PSDB, morto em 2014);

R$ 333.344.350,00 de Eduardo da Fonte (deputado federal do PP);

R$ 200.000,00 de Maria Cleia Santos de Oliveira (ex-assessor de Valdir Raupp) e de Pedro Roberto Rocha (ex-assessor de Valdir Raupp);

R$ 162.899.489,88 de Aldo Guedes Álvaro (empresário);

3% do faturamento da Queiroz Galvão.


Por que é importante

Todos são acusados de participação em um esquema criminoso para desviar verbas da Petrobras

Quem ganha

A estatal, que deverá ser ressarcida do prejuízo

Quem perde

Os alvos da decisão judicial

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