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Justiça autoriza condução coercitiva de Tolentino e Albernaz à CPI

A Justiça Federal em Brasília determinou nesta segunda-feira (13) que duas conduções coercitivas ocorram nesta semana de depoimentos da CPI da Pandemia, em caso de ausência não justificada. A do advogado e dono de rede de televisão, Marcos Tolentino (à esquerda) e a do lobista Marconny Albernaz de Faria (à direita), com depoimentos marcados para terça-feira (14) e quarta-feira (15), respectivamente.

  • Tolentino é apontado como suposto sócio oculto da FIB Bank, uma empresa que ofereceu uma carta-fiança de R$ 80,7 milhões, sem lastro, no contrato entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde;
  • Albernaz de Faria é apontado como lobista da Precisa e teria viabilizado os negócios fraudulentos entre a empresa e o ministério.

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