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Investigado, Temer precisará de aval da Justiça para viajar ao Líbano

Investigado, Temer precisará de aval da Justiça para viajar ao Líbano

Convidado pelo presidente Jair Bolsonaro a atuar como enviado especial e chefe de uma missão humanitária e técnica brasileira na cidade de Beirute, parcialmente destruída por uma grande explosão na região portuária, o ex-presidente Michel Temer (MDB) precisará de autorização da Justiça.

Michel Temer é investigado por suspeitas de desvio de recurso públicos nas obras da usina nuclear de Angra 3. Ele teve sua prisão decretada duas vezes em 2019. Após ser solto pela segunda vez, em maio do ano passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) o proibiu de deixar o país sem autorização e aprendeu seu passaporte. Temer nega envolvimento no caso

Filho de libaneses, o ex-presidente Temer foi citado por Bolsonaro em uma videoconferência entre líderes internacionais sobre as iniciativas para ajudar a reconstruir a cidade e atender os milhares de feridos e desabrigados. Ele aceitou a missão e, por meio de sua assessoria, afirmou estar “honrado”.

Por causa da decisão da Justiça, a defesa do ex-presidente reconhece que será preciso de aval para viajar ao Líbano. Seus representantes disseram que Temer “tomará as medidas necessárias” para a viagem, a partir do momento que sua nomeação para a missão internacional for publicada no Diário Oficial da União (DOU). Em outubro, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região o liberou para participar de uma palestra no Reino Unido, contrariando decisão do juiz federal Marcelo Bretas, da Lava-Jato do Rio.

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