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Intervenção no Rio não atrapalha Previdência, garante Temer

O presidente Michel Temer informou nesta sexta-feira (16) que suspenderá a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro quando chegar o momento de votar a reforma da Previdência no Congresso. Temer explicou que a decisão de assinar o decreto foi tomada como uma medida extrema diante dos episódios de violência registrados no Estado. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, detalhou que, havendo a decisão de apreciar a reforma, entrará em vigor no Rio uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ampliada, que dá mais poderes ao governo federal no Estado. Terminada a votação, é preciso a edição de um novo decreto para retomar a intervenção.

Por que é importante

A Constituição não pode ser alterada no momento de uma intervenção federal em um Estado. A reforma da Previdência é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e, portanto, a vigência do decreto inviabilizaria a votação da matéria

Quem ganha

A fala de Temer indica a vontade do governo de aprovar a reforma

Quem perde

A suspensão do decreto - ainda que temporariamente - pode deslegitimar a urgência da intervenção no Rio

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